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Número de usuários “móveis” de mídias sociais dobrará até 2016

A mobilidade já é o presente e será cada vez mais o futuro das mídias sociais. O acesso às redes sociais por meio de dispositivos móveis como smartphones e tablets cada vez mais será superior ao realizado por meio de PCs. Estudos apontam que atualmente os usuários “móveis” de social media, ou seja, aqueles que detêm smartphones ou tablets, são duas vezes mais ativos do que um usuário que não tem smartphone.

Além disso, o número de usuários “móveis” de redes sociais dobrará nos próximos cinco anos, saltando dos 650 milhões deste ano para 1,3 bilhão até 2016, o que representa mais do que o total de usuários de mídias sociais atualmente – englobando todas as plataformas –, revelou estudo da Juniper Research.  Essa explosão da utilização de social media via aparelhos móveis é puxada pelas aplicações de geolocalização.

Diante desse cenário, se já era importante para as companhias pensarem na criação de conteúdo para dispositivos móveis e para social media, agora é necessário planejar tais conteúdos de maneira unificada ou integrada, pois estas plataformas mais do que nunca serão totalmente integradas.

Os sistemas mais utilizados em smartphones como o iOS (iPhone), da Apple, e o Android, do Google,  já contam praticamente com aplicativos de todas as grandes redes sociais, como Facebook, Twitter, Youtube, LinkedIn, Google+, Foursquare, Tumblr e Instagram (este ainda não está disponível para Android).

Brasil terá 52 milhões de usuários de social games em 2014

Que o mercado global de social games está andando a pleno vapor todo mundo sabe. A demanda dos usuários por jogos sociais é impressionante e a cada dia que passa o número de pessoas que aderiram aos jogos sociais aumenta de maneira acelerada. Mas como está esse cenário no Brasil? Bom, nosso país segue a tendência global e por aqui os social games já garantiram imensa presença no dia-a-dia dos usuários de internet e redes sociais.

Atualmente, o Brasil conta com 35 milhões de usuários de social games, segundo a empresa de pesquisa Newzoo. Tal número, de acordo com a empresa de pesquisa do segmento de social media SuperData, saltará para 52 milhões até 2014. Ou seja, terá uma expansão de 48,5% no período. O Brasil responde hoje por 35% do total de usuários de jogos sociais da América latina, que contempla 5% dos users globais de social games.

As cifras movimentadas pelo segmento de jogos sociais no Brasil, por sua vez, tende a atingir US$ 238 milhões em 2014. Isso significa um crescimento de 75%, já que neste ano a estimativa é os jogos sociais movimentem US$ 136 milhões.  Atualmente, a receita média por usuário pagante de social game no Brasil é de US$ 1,87, cifra US$ 0,50 inferior à registrada nos Estados Unidos, o que representa uma oportunidade em potencial.

Para as desenvolvedoras de apps de games sociais as receitas podem ser oriundas da venda de expansão (novas fases/mundos/artifícios etc), vendas de bens virtuais dentro dos jogos, publicidade e outras. Já para as empresas/anunciantes, além de possibilitar o investimento em publicidade para gerar visibilidade, os jogos sociais podem ser usados pelas companhias como uma importante ferramenta de relacionamento com o usuário das redes sociais. Por meio de social games customizados, as empresas podem ampliar a interação com os users de social media e aumentar o engajamento destes com sua marca. No Facebook e no Orkut, por exemplo, os jogos sociais têm grande potencial para ampliar o acesso e interação dos users com a página da empresa.

Foto de marketingfacts.

Em 2015, metade das vendas pela web das empresas virão de mídias sociais e apps móveis

Lançar mão de estratégias de mobile commerce ou social commerce pode representar um importante canal alternativo de venda para as empresas. Inicialmente, tais planos podem ser considerados bastante inovadores no Brasil. Mas em um futuro próximo, essas iniciativas estarão totalmente integradas às estratégias comerciais de boa parte das companhias que mantêm vendas pela internet. Portanto, estudar o meio a partir de agora passa a ser importante para se adquirir conhecimento e aprendizado.

Um dado que aponta a importância do social commerce e mobile commerce foi mostrado pelo Gartner. Estudo da consultoria prevê que em 2015, 50% das vendas das empresas feitas pela internet serão provenientes de mídias sociais e aplicativos móveis. O Gartner observou que à medida que o número de celulares e smartphones for superando o de PCs, os consumidores passarão cada vez mais a utilizar navegadores de web e aplicativos móveis como as principais ferramentas de interação com as empresas.

Suprir essa demanda dos consumidores será muito importante para as companhias que vendem pela web. Portanto, no futuro tais empresas precisarão ter soluções de social e mobile commerce para oferecerem aos seus clientes canais além dos tradicionais. Essa demanda de compra por meio de aplicativos móveis e redes sociais é puxada pelo exponencial crescimento das mídias sociais e dos smartphones, avanços que tendem a se manter acelerados nos próximos anos.

Uma empresa que adotou social commerce no Brasil e pode ser estudada como exemplo para os demais entrantes é a varejista Magazine Luiza, que criou sua prória estratégia de venda pelas redes sociais. Batizada de Magazine Você, a loja virtual terá presença no Facebook e Orkut.

O modelo é que chama atenção. Cada usuário poderá criar sua própria loja virtual, com uma determinada lista de produtos, e sair vendendo estes pelo Facebook e Orkut. Os vendedores virtuais, ou consultores de vendas, receberão uma comissão por cada produto comercializado. O modelo é parecido com a venda de porta em porta muito utilizada pela Natura e Avon, com suas redes de consultoras de venda. Entretanto, como é no meio virtual, pode ser considerada venda clique a clique.

O Magazine Você está em fase beta no momento e a criação da loja virtual é permitida apenas para funcionários e parentes de funcionários. Num futuro breve, a expectativa é que isso seja estendido a mais usuários. Resta saber sobre os resultados obtidos pela empresa com tal iniciativa.